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A quinta-feira (08) chega ao fim com os preços futuros do milho levemente recuados na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 84,28 e R$ 95,70.
O vencimento setembro/22 foi cotado à R$ 84,28 com desvalorização de 0,48%, o novembro/22 valeu R$ 88,98 com baixa de 0,08%, o janeiro/23 foi negociado por R$ 93,10 com perda de 0,11% e o março/23 teve valor de R$ 95,70 com queda de 0,11%.
Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o milho sentiu pressão das reduções do petróleo em função de crises na China e na Europa, o que seguro o etanol e reflete no milho. Outro fator negativo foi a questão financeira, com os ativos fugindo das commodities.
Mesmo assim, os fundamentos para o milho seguem positivos. “A demanda será maior do que a produção. A quebra da China já é certa e não tem chovido nos últimos dias em enchimento de grãos lá. A safra norte-americana também não está boa e têm comprometimento”, relata Brandalizze.
No mercado físico brasileiro, o preço da saca de milho se movimentou pouco nesta quinta-feira. A única desvalorização encontrada pelo levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas foi em Cascavel/PR, enquanto a única valorização apareceu em Dourados/MS.
Confira como ficaram todas as cotações nesta quinta-feira
De acordo com a análise diária da Agrifatto Consultoria, “a saca em Campinas/SP mantém o patamar de R$ 83,50 sob influência do dólar e exportação”.
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A Bolsa de Chicago (CBOT) operou no campo negativo para os preços internacionais do milho futuro ao longo de toda a quinta-feira.
O vencimento setembro/22 foi cotado à US$ 6,74 com perda de 2,25 pontos, o dezembro/22 valeu US$ 6,68 com desvalorização de 2,50 pontos, o março/23 foi negociado por US$ 6,73 com baixa de 2,50 pontos e o maio/23 teve valor de US$ 6,74 com queda de 2,25 pontos.
Esses índices representaram perdas, com relação ao fechamento da última quarta-feira (07), de 0,30% para o setembro/22, de 0,45% para o dezembro/22, de 0,30% para o março/23 e de 0,30% para o maio/23.
Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho estavam mais fracos, apesar das crescentes preocupações com uma colheita decepcionante nos Estados Unidos, depois que o clima seco nas principais áreas de cultivo diminuiu o potencial de rendimento das lavouras.
“Acho que hoje é um retrocesso técnico. Estamos perdendo o interesse especulativo em todas as commodities”, disse Bill Biedermann, sócio da AgMarket.Net.
A publicação ainda destaca que, os temores de recessão, à medida que os bancos centrais aumentam as taxas de juros para combater a inflação, continuaram sendo um freio nos preços dos grãos, ameaçando conter a demanda.
“Os mercados de grãos receberam um impulso das ameaças do corredor de exportação de Putin na Ucrânia ontem, mas a maioria dos outros mercados agrícolas está rebaixada pelo clima macro de baixa”, disse a Peak Trading Research em nota.
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