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Nesta quarta-feira (25), o mercado futuro norte-americano da soja opera no vermelho. As cotações cediam entre 7 e 11,75 pontos nos principais contratos, levando o julho a US$ 16,81 e o agosto a US$ 16,23 por bushel. Os preços seguem apresentando bastante volatilidade e vêm testando os dois lados da tabela nesta semana, de olho nos fundamentos e nos fatores paralelos que ainda seguem influenciando seu caminhar.
De um lado, os traders seguem atentos ao clima no Corn Belt, o desenrolar da nova safra americana e os estoques apertados de soja que se apresentam nos EUA e no mundo. De outro, atenção aos lockdowns na China e ao aumento do número de casos em Pequim, bem como à continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia.
Ainda nesta quarta, o mercado acompanha também a baixa entre os derivados de soja, com farelo e óleo recuando em Chicago, o que também ajuda a pressionar as cotações do grão. Além dos subprodutos da oleaginosa, as perdas agressivas do trigo e o milho também em baixa contribuem para o recuo.
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Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
+ Soja dribla baixas fortes do milho e do trigo, fechando a 3ª feira em campo positivo na Bolsa de Chicago
+ Milho e trigo recuam em Chicago e soja tenta se sustentar em dia marcado por acirramento da tensão entre EUA e China
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Neste momento a soja opera em baixa, os motivos são a guerra, o covid, o plantio nos EUA, o dólar em queda etc… O interessante são os insumos que continuam a subir, os fertilizantes estão proibitivos. A saca de soja precisaria estar hoje em 250 reais, qualquer coisa abaixo é um descompasso diante dos preços dos insumos. Eu sempre comprei fertilizantes a mais ou menos 20 ou 22 sacas a tonelada, hoje a relação de compra passa das 33 sacas, um absurdo que pode inviabilizar a próxima safra. Realmente o cenário não é dos melhores, a saída pode passar pela redução dos investimentos no plantio, vai-se sacar a fertilidade do solo, sim, vai… Mas é melhor gastar a poupança a que pegar emprestado, no momento certo voltamos a investir na terra.
Quer ver o que vai ser complicada a segunda safra de milho 2023, custos elevadíssimos, clima incerto e pragas cada vez mais incontroláveis!
Preços de insumos nas alturas, vivemos tempos estranhos na cultura do milho, a cigarrinha está vencendo, cada ano piora e chega mais perto. O pior é que o seguro não cobre ataque de pragas !!!
Por isso, Sr. Paulo Rensi, alguma ação NORMATIVA DE CARÁTER TÉCNICO, talvez um VAZIO SANITÁRIO, por exemplo…
Conforme comentei aqui há uns dias…
Perdão, fiz menção ao comentarista errado… Digo, Sr. PAULO ROBERTO ESPIRES..
tempos estranhos e mesmo assim haverá expansão de área de soja. Sendo que área de abertura o custo é bem maior.
Falta estoque de alimentos no mundo, inclusive de soja, mas preço só faz cair…
Entre a safra passada e a presente, apesar da seca severa no sul do BR e da escassez de produtos, o produtor rural tem recebido MENOS pelos grãos e carnes. Os custos simplesmente DOBRARAM, os juros agrícolas aumentaram 300, 400% (era 3% hoje estão acima de 10%). Então ao meu ver a próxima safra será MENOR que a safra de dois anos passados. Recebendo menos e com custos maiores, não tem como produzir MAIS.
Tem lógica não… Parece notícia plantada, para esfriar o tal do Mercado… Afffff…
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