



A soja apresentou alguma volatilidade nesta terça-feira, e depois de oscilar mais de 20 pontos entre mínimas e máximas a oleaginosa encerrou o pregão de hoje com perdas leves na bolsa de Chicago. O USDA apontou melhora nas condições das lavouras de soja ao final da tarde de ontem, e como temos dito há dias, ainda que tal fator não represente muita coisa à esta altura do campeonato, sempre existe a questão psicológica. Além disso, o dólar voltou a se fortalecer ao redor do mundo hoje, com o sentimento cada vez mais crescente de que
uma recessão econômica vai se tornando inevitável em vários países, inclusive EUA e alguns europeus,
fator sabidamente baixista para a oleaginosa. A previsão de chuvas para o Oeste do MT, boa parte do
MS e o plantio avançando bem no PR, somada ao feriado desta semana na China, completaram o
cenário baixista, por isso ao fim do pregão o grão caía 4,25 centavos no novembro.


O milho acabou devolvendo uma pequena parte dos bons ganhos da véspera e encerrou o pregão desta terça-feira com perdas leves na bolsa de Chicago. O cereal oscilou pouco, cerca de 5 pontos entre mínimas e máximas, num claro sinal de que o mercado carece de novidades para seguir algum rumo diferente. Sem muito mais a ser comentado, ao fim do pregão o contrato de dezembro do milho operava com queda leve de 1,25 centavos.


O trigo também oscilou relativamente pouco nesta terça-feira, mas manteve o tom positivo da véspera e encerrou o pregão de hoje com ganhos leves nas bolsas dos EUA. O cereal também teve uma sessão de poucas novidades, e com isso os investidores resolveram ficar na defensiva, por isso ao fim do pregão o contrato de dezembro subia 3,75 centavos na CBOT e 6,50 pontos em Kansas City.





