


A soja iniciou a semana da mesma forma como encerrou a anterior, ou seja, demonstrando firmeza e fechou o pregão desta segunda-feira com ganhos de dois dígitos na CBOT. Mais uma vez o clima na América do Sul esteve no centro das atenções, pois conforme mapa enviado mais cedo para aquela famosa lista de “Zapzap”, o modelo
Europeu passou a mostrar quase nada de chuva para o MT, MAPITOBA e parte do Sudeste nos próximo 7
dias. Ao mesmo tempo, aparecem chuvas volumosas no Paraguai, SC e RS, atrapalhando o andamento do
plantio e aumentando as chances replantio significativo nas áreas mais afetadas. No entanto, para a Argentina aparecem bons acúmulos para o mesmo período, o que limitou um pouco os ganhos e fez a oleaginosa recuar das máximas. Ao lado modelo de longo prazo mostrando a possibilidade uma La Nina “fuerte” a partir do segundo trimestre… será? O grão subiu 12,25 centavos no janeiro.


O milho teve um pregão bem menos emocionante do que a soja, e depois de variar apenas cerca de 4 pontos entre mínimas e máximas o cereal encerrou o dia com cotações inalteradas na bolsa de Chicago. Os investidores não viram motivos para atuarem de forma mais agressiva no cereal hoje, em partes por conta da reta final da colheita norte americana e também porque as previsões vão mostrando chuvas regulares para a Argentina, país que se tudo correr bem deve se firmar como terceiro maior exportador global nesta temporada. Ao fim do pregão o dezembro operava estável.


Apesar de ter oscilado um pouco mais, cerca de 10 pontos entre mínimas e máximas, o trigo teve desempenho bem parecido com o do milho e também encerrou o pregão desta segunda-feira com cotações pouco alteradas nas bolsas dos EUA. Nada de relevante aconteceu para que os investidores tomassem alguma atitude diferente, por isso ao fim do pregão o contrato de dezembro subia leves 3,25 centavos na CBOT e 2,25 pontos em Kansas City.




