




A soja foi pressionada por vendas especulativas e encerrou o pregão desta quinta-feira com perdas moderadas na bolsa de Chicago. O resultado das vendas semanais norte americanas foi até animador, vindo perto das 3,0 milhões de toneladas e superando as expectativas do mercado, mas no decorrer da jornada o farelo voltou a perder terreno e recuou cerca de 1%, o que acabou pressionando as cotações do grão. As previsões climáticas mostram grandes acúmulos de chuvas para a região central do Brasil, com o baixo índice pluviométrico ainda ficando restrito à Argentina e ao extremo Sul brasileiro. O número de esmagamento abaixo do esperado nos EUA em novembro, conforma a Associação Nacional das Processadoras de Óleos Vegetais (NOPA na sigla em inglês) também serviu como fator negativo, além da
valorização do dólar ante algumas moedas, e como resultado ao fim do dia o grão caía 8,75 centavos.


O milho foi influenciado positivamente pelos ganhos do trigo e encerrou o pregão desta quintafeira com altas leves na bolsa de Chicago. No geral o mercado segue de lado, sem motivos suficientes para despertar algum interesse mais intenso de compra ou venda por parte dos investidores. Além disso, com o fim do ano se aproximando alguns fundos vão diminuindo sua exposição, o que também contribui para reduzir a liquidez do mercado e deixar o mercado mais lateralizado. Ao fim da jornada o contrato de março do grão subia leves 3,00 centavos.


O trigo encontrou um pouco de suporte no resultado considerado animador das vendas semanais dos EUA e encerrou o pregão desta quinta-feira com ganhos moderados nas bolsas norte americanas. Depois de ter apanhado bastante nas últimas semanas o cereal parece ter encontrado um ponto de equilíbrio temporário na faixa dos Us$ 7,50, e o resultado um pouco mais expressivo das exportações dos EUA sinaliza que o trigo norte americano caiu o suficiente para despertar interesse comprador externo. Ao fim do dia o março subia 8,00 centavos na CBOT e 10,25 na KCBT.




