
Soja

A soja teve um pregão bem sem graça nesta quinta-feira, e depois de oscilar apenas 12 pontos entre mínimas e máximas a oleaginosa encerrou o dia com cotações quase inalteradas na CBOT. Aliás,
o grão esteve próximo à estabilidade durante praticamente toda a jornada, com o mercado
demonstrando pouca (ou nenhuma) disposição em se atirar demais para o lado da compra ou da venda
sem algum fator que justificasse tal movimento. Entre ontem e hoje foram registradas novas chuvas
de variada intensidade na Argentina, agora sim abrangendo praticamente toda a província de Córdoba e o Sul de Santa Fé, o que chegou a exercer alguma pressão sobre as cotações em determinado momento. Na parte da tarde, porém, as previsões para os próximos 11 dias (ao lado) passaram a mostrar quase nada de chuva para o país vizinho, o que levou a soja para, pelo menos, a estabilidade. Ao fim do pregão o março subia 0,75 centavos.

Milho

O milho teve comportamento bem parecido com o da soja e também esteve “insosso” nesta quinta-feira, oscilando quase nada e encerrando o dia com cotações bem próximas à estabilidade na bolsa de Chicago. Na segunda é feriado nos EUA (melhor impossível, já que terça é carnaval), e parece que os investidores já estão se preparando para o fim de semana prolongado, por isso ficaram na defensiva hoje. Ao fim do pregão, o contrato de março do cereal operava com queda leve de 0,25 centavos.

Trigo

O trigo apresentou um pouco mais de volatilidade em relação aos demais grãos aqui citados, mas ainda assim não escapou à falta de novidades relevantes e por isso encerrou o dia com preços mistos e pouco alterados nas bolsas dos EUA. O número das vendas semanais norte americanas veio mais para o lado baixo das expectativas, por isso houve certa pressão vendedora em Chicago, ao passo que a aparente continuidade do frio e falta de chuvas na região central do país por mais algum tempo deu suporte em Kansas. Ao fim do dia o março caía 4,25 centavos na CBOT e subia 4,00 na KCBT.




