


previsões divulgadas na parte da tarde e encerrou o pregão desta terça-feira com ganhos moderados na
bolsa de Chicago. A tensão do mercado com o clima na América do Sul persiste, pois o mapa da tarde (ao
lado) voltou a mostrar menores acúmulos de chuvas para o Uruguai, parte da Argentina e do Paraguai e o
extremo Sul do Brasil, ao mesmo tempo em que o Centro Oeste brasileiro deve seguir debaixo d’água,
o que levou os especuladores às compras. Há relatos de atrasos na colheita no Mato Grosso, tanto pelas
chuvas persistentes quanto pelo alongamento de ciclo típico de anos chuvosos como este, e tal fator
gera suporte também ao milho porque pode causar atrasos no plantio da safrinha. Ao fim da jornada o
grão subia 12,00 centavos no março.


O milho encerrou o pregão desta terça-feira com ganhos relevantes na bolsa de Chicago. Além
da questão climática na América do Sul, com o risco constante de perdas na Argentina pela seca e
possibilidade de atraso no plantio da safrinha brasileira pelo excesso de chuvas no Centro Oeste, existe
também a chamada “esperança de demanda” pelo milho norte americano agora que a janela de
exportação do Brasil está se fechando, a Argentina não é competitiva e a Ucrânia continua com suas
exportações comprometidas pela guerra. Ao fim do pregão o grão subia 10,25 centavos no março.


com números animadores das inspeções de exportação norte americanas e indicadores favoráveis
sobre a economia chinesa, serviu para gerar recompras de posições no cereal, que vem apanhando
forte nas últimas semanas. Diante disso, ao fim da jornada de hoje o contrato de março subia 8,00
centavos na CBOT e 12,00 em Kansas City.




