

Soja
A soja demonstrou volatilidade nesta quarta feira, e depois de oscilar quase 40 pontos entre mínimas e máximas a oleaginosa se firmou em território negativo e encerrou o dia com perdas relevantes na bolsa de Chicago. No noturno o grão apresentava ganhos moderados, mas as notícias que começaram a aparecer sobre as chuvas na Argentina de ontem para hoje davam a impressão de que o mercado não se sustentaria no positivo, o que de fato se confirmou. Na parte da tarde a divulgação de alguns dados um pouco frustrantes sobre a economia dos EUA, com índice de preços ao produtor, vendas de máquinas para empresas e vendas no varejo vindo piores do que se esperava (aumentando o temor de recessão), além da previsão de melhores chuvas para a Argentina nos próximo 10 dias (ao lado), fizeram a oleaginosa estender as perdas. Diante disso, ao fim do pregão o contrato de março do grão caía 15,25 centavos.

Milho
O milho teve o desempenho “menos ruim” dentre os três grãos aqui citados, mas ainda assim não conseguiu se manter imune ao dia de liquidações de posições em commodities e encerrou o pregão
desta quarta-feira com perdas moderadas na bolsa de Chicago. Os indicadores ruins da economia norte
americana fizeram aumentar o temor de uma recessão na maior economia do planeta, causando fuga
de ativos de risco e busca por proteção, o que levou as commodities para baixo e o dólar para cima.
Por isso ao fim do dia o contrato de março do grão caía 4,00 centavos.

Trigo
O trigo também foi afetado pela pior no humor do mercado financeiro e encerrou o pregão desta
quarta-feira com perdas moderadas nas bolsas dos EUA. Nada muito diferente do que já foi comentado
na soja e no milho poderia ser dito aqui para justificar as quedas do cereal, e sendo assim, no fechamento o contrato de março caía 9,25 centavos na CBOT e 14,25 em Kansas City.



