
Soja

A soja apresentou alguma volatilidade nesta quarta-feira, e depois de oscilar entre os territórios positivo e negativo a oleaginosa encerrou o dia com ganhos leves na bolsa de Chicago. O volume de negócios nas bolsas mundiais nestes dias que antecedem as festividades de final de ano continua baixo, favorecendo a volatilidade, mas é interessante notar que, apesar da instabilidade, desde o final de outubro o contrato de janeiro da soja tem oscilado muito pouco na bolsa, ficando entre a mínima de Us$ 14,10 e a máxima de Us$ 14,85. Se formos lembrar que não é incomum vermos o grão oscilando 0,70- 0,80 cents num único dia, esta variação de 75 cents em mais de um mês sinaliza que o mercado está lateralizado, provavelmente aguardando alguma definição em relação a safra Sul Americana e também os desdobramentos da economia global. Ao final da jornada de hoje a soja subia leves 2,50centavos no janeiro.


Milho

O milho recebeu suporte de vários fatores e encerrou o pregão desta quarta-feira com bons ganhos na bolsa de Chicago. A alta de 2% do trigo respingou no cereal vizinho, pois como sabemos, ambos possuem uma relação bastante estreita por servirem de substitutos como matéria prima na fabricação de ração. Além disso, a boa alta do petróleo e a continuidade do clima seco na Argentina e no extremo Sul do Brasil também favoreceram as compras especulativas, por isso no fechamento o contrato de março do milho subia 10,25 centavos.


Trigo

O trigo liderou as altas vistas nos preços dos grãos e encerrou a jornada desta quarta-feira com bons ganhos nas bolsas dos EUA. A previsão de frio intenso para os próximos dias na região central do país gerou compras especulativas, pois pode causar algum dano às lavouras de inverno, inclusive em Kansas, maior produtor norte americano do cereal de inverno. Diante disso, no fechamento o contrato de março subia 17,25 centavos na CBOT e 17,00 pontos em Kansas City.


Feliz Natal 

