

Depois de um início titubeante, a soja firmou se em território positivo após a reabertura e se manteve firme até o fechamento, encerrando o dia com bons ganhos na bolsa de Chicago. O farelo liderou as altas do complexo, subindo 2,5% no contrato SPOT em partes por conta do bom resultado das vendas semanais norte americanas, o que acabou dando suporte ao óleo e ao grão. Falando em vendas semanais, estas também vieram boas para o grão, com o montante vendido ao exterior na
semana encerrada em 19/1 ficando bem próximo à expectativa máxima do mercado, colaborando para
os bons ganhos da oleaginosa.

O fato de as previsões de hoje estarem mostrando acúmulos mais tímidos de chuvas para os próximos 15 dias na Argentina e no Rio Grande do Sul completou o cenário altista, assim como a alta do petróleo. Diante disso, ao fim da jornada o contrato de março da soja subia 21,00 centavos.


O milho também apresentou firmeza e encerrou o pregão desta quinta-feira com bons ganhos na Bolsa de Chicago. Basicamente os mesmos motivos já citados na soja foram os responsáveis pelos ganhos do milho, sendo que o tempero extra no caso do cereal é o fato de a colheita da soja estar atrasada no Brasil, o que deve causar algum atraso também na semeadura do milho segunda safra expondo as lavouras tardias às severidades climáticas (ficou bonito isso ). Ao fim do pregão o milho subia 7,75 centavos no contrato de março.


O trigo não fugiu à regra e também encerrou o pregão desta quinta-feira com bons ganhos nas bolsas dos EUA. Nada de especial no caso do cereal a ser acrescentado por aqui, apenas o melhor humor do mercado financeiro e as chamadas “compras de pechincha” depois que o trigo veio buscar novamente o suporte dos Us$ 7,20-7,25 no contrato de março na CBOT. Ao fim do pregão de hoje o contrato SPOT subia 11,25 centavos na CBOT e 21,50 pontos em Kansas City.




