Tendências de Mercado – 31 de janeiro 2023

As cotações passaram parte do dia em território negativo, pressionadas pelo óleo de palma mais fraco, pelo mercado financeiro mais avessos ao risco, pelo certo exagero na recuperação de ontem, pelo reposicionamento de final de mês por parte dos fundos e pelos preços mais baixos do petróleo. Com
o passar do dia a bolsa tomou outro rumo com os preços do petróleo reagindo, com os mercados
financeiros globais se acalmando e com os olhos voltados mais uma vez para o tempo na Argentina.
Embora tenha ocorrido uma pequena mudança nas previsões (que agora apontam chance um pouco
maior de chuvas), essas, não amenizam o fato das lavouras ainda continuarem sob estresse continuo no
país vizinho. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos e o fechamento rondou a estabilidade. Novo
capítulo amanhã no mesmo horário.

O roteiro dos preços do dia no milho seguiram mais ou menos a mesma ordem da seqüência vista nas cotações da soja; mercados financeiros; Desce e sobe do petróleo, reposicionamento dos fundos e um ritmo das exportações americanas consideradas lentas. Os fatores se alteraram um pouco durante o dia, mas não foram suficientemente fortes para mudar o quadro que terminou com piora nos preços ao fechamento.

Os investidores aguardam notícias sobre as lavouras de inverno norte-americanas, que vêm sofrendo com a segunda onda de frio intenso nesta temporada, em especial nas Planícies dos EUA. Houve leve melhora nas condições no Kansas, o principal produtor de trigo de inverno do país. Mas houve drástica piora em Oklahoma, o terceiro maior produtor, conforme o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

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